quinta-feira, 6 de abril de 2017

Capitão Wagner volta a apontar provas forjadas na apuração da chacina do Curió


 



 

 

O parlamentar também reiterou críticas ao ex-governador Ciro Gomes em entrevista ao vivo, nesta quinta, na Rede Plus de Rádio FM 
 


A polêmica em torno do processo que apura a chacina do Curió teve mais um capítulo. O deputado estadual Capitão Wagner (PR) denunciou nesta quinta-feira (6), em entrevista ao programa “Ceará News” da rede Plus FM de Rádio, que armas dos policiais acusados do crime foram apreendidas pela Controladoria Geral de Disciplina (CGD), mas acabaram não sendo submetidas à perícia.

Conforme o deputado, este grave fato veio se somar a outras denúncias que ele mesmo Capitão já havia feito na tribuna da Assembleia Legislativa do Ceará na semana passada, segundo as quais houve forjamento de provas no inquérito instaurado pela CGD. Um deles, um fato grotesco, em que a posição geográfica de um colégio na região onde aconteceu a chacina foi mudada ou alterada para implicar policiais que estavam de serviço em duas viaturas da PM no dia da matança (entra noite do dia 14 e a madrugada do dia 15 de novembro de 2015).

Segundo Wagner, esta “mudança” de localização do colégio fez com que o inquérito apontasse que as patrulhas estariam no local de um dos crimes e que, portanto, os PMs teriam sido, ao menos, negligentes  ou omissos durante a ação dos assassinos. Os militares teriam deliberadamente  deixado que os matadores eliminassem as vítimas e nada fizeram para impedi-los mesmo estando na área onde tudo aconteceu.

Outros assuntos
Durante a entrevista, Wagner também se posicionou sobre outros assuntos, entre eles, a decisão tomada nesta quarta-feira (5) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que proíbe de forma definitiva a realização de greve por parte de agentes da Segurança Pública (policiais civis, militares, federais, rodoviários federais, bombeiros militares e agentes penitenciários).

No campo político, ele reiterou as críticas ao ex-governador do Ciro Gomes, quando afirmou que, “Ciro envergonha os cearenses perante o País”. Denunciou também a inoperância do Hospital de Regional de Quixeramobim, que até hoje permanece sem prestar atendimento à população do Sertão Central.

FONTE:CEARÁ NEWS7

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